DIÁRIO - 28/01/2013
Diário – Certas profissões e a maior ou menor capacidade para as desempenhar.
Hoje e porque continuo sujeito à pressão de continuar sem ver um dos dois seres que mais adoro, mesmo depois de correr todas as instituições que me deviam ajudar nesta causa, aponto os canhões a quem tem uma quota-parte de responsabilidades bem grande nas estupidas decisões e impedimentos que a tal facto levam.
Ele há certas profissões que deviam obrigar as pessoas a ser mais que meros portadores de diplomas, nestas profissões claramente estão aquelas que determinam e aconselham nas demandas judiciais. Sob pena de a justiça poder ser tudo menos justa ou tardar e custar muito a bem terminar. Mas em todas as artes existe gente sem bom senso e mal formada, ou então possuidores de traumas e más formações que levam a descarregar em cima de outros as suas próprias frustrações.
No caso dos intervenientes nas causas judiciais, inquinarem o processo mentido e “julgando” extemporaneamente sem conhecer os factos, com base nisso encetarem demandas sem justificação, ou com uma justificação pouco nobre, a corporativista defensora do género e com isso irem falseando provas, inventado descaradamente factos, apresentando provas que em nada demonstram aquilo de que acusam, tendo um discurso agressivo quando nem sequer conhecem a outra parte nem nunca tentaram promover um consenso, parece-nos claramente um caso de apenas tentar ganhar o pão de cada dia à custa do sofrimento dos outros, alem de gritante falta de humanidade.
Entendo que em tempo de crise e míngua de ganhos, um qualquer proveito seja bem-vindo. Como está na moda achar que há muitos angolanos ricos, ter uma cliente dessa nacionalidade pode dar algum conforto a consciências mais materialistas, mas era bom imaginar que nem todos os angolanos são ricos nem são o que parecem. Pode ser que o entendam quando não conseguirem ou tardarem a cobrar os honorários. Digo-o porque talvez me tenha esquecido que a tal angolana cliente me escreveu que já pagou todos os honorários à sua defensora. Sim disse-o num dos emails que me escreveu e que fará parte dos processos em inquérito. Será que tem disso o recibo?
A estas atitudes, eu pobre e muito mau cidadão, chamo demonstração de pequenos poderes, sendo esta demonstração típica de gente mal formada, incapaz, incompetente ou mal saída da adolescência, buscando granjear o respeito e protagonismo que ninguém lhe dá de outra forma, conformando-se e massajando o ego por litigar contra outros, compadres de profissão, esses de valor justamente reconhecido.
Eu que me acho adaptado aos tempos e como tal um acérrimo defensor da igualdade de género, como tal achando que os direitos não podem ser condicionados a ser homem ou mulher, recuso-me a que a mulher possa ter mais direitos ou possa ser entendida de uma forma mais tolerante só porque é mulher. Recuso-me, mas por vezes e por causa de certos exemplos sou levado a lembrar-me que ter uma massa encefálica mais pequena é capaz de ter os seus inconvenientes e como tal os mais dotados em termos do tamanho do que está dentro da cabeça, frequentemente têm de condescender com certas incapacidades femininas de entendimento.
Pois eu estou quase a entender uma certa advogada, que não conheço, mas que já me causou muito mais dissabores que aqueles a que teria direito para defender a sua constituinte, esta segunda, que em bom rigor nem devia poder acusar de forma tão vil apenas para justificar certos enamoramentos adúlteros, causa única destas queixas que apresentam ambas contra mim. Tentado a entender, digo encontrar tal entendimento no peso do cérbero, o que admita-se não abona a favor da tal senhora advogada.
Quero desde já ressalvar que não acho que todas as senhoras, nem todas as advogadas, estejam nesta condição, pois conheço muitas que são de um bom senso e razoabilidade, além de inteligência fora do comum, no sentido positivo de fora do comum. Curiosamente esta que motiva o texto, podia ter aprendido muito com quem lhe ajudou a concluir o curso ou a obter a inscrição na ordem por patrocinar uma das fases necessárias para tal, pois sei que a essa ilustre senhora advogada não lhe falta nenhum dos adjetivos que uso para definir mulheres de grande qualidade.
Para terminar porque já vai longa a missiva, digo que por vezes me questiono o que leva a certas pessoas que de todo não conhecem a outra parte, a destilar raiva e odio por todos os poros ao ponto de tentar crucificar injustamente e impedir um pai de um dos mais elementares direitos, o de estar com uma filha ou um filho. Pior que tudo, não sustentando isso em nada, que não uma caluniosa denuncia e um torpe e inculto entendimento de mundo, com isso mentindo às autoridades policiais acerca do paradeiro tanto da mãe como da criança e da cobertura legal para tal afastamento, pois ao que se sabe não estão a coberto de nenhuma ordem judicial de nenhuma natureza nem nenhum tribunal.
Será que esse retorcido entendimento de mundo é sustentado em experiências vivenciadas em casa dos pais que se maltratavam? Ou em algum namoro ou casamento onde se é ou foi tratada sem respeito? Ou ainda alguma tendência herdada de Safo a controversa poetisa de Lesbos? Se assim for, seria de bom-tom antes de exercer qualquer análise acerca de outros, passar pela marquesa dos que mexem nos interrutores na cabeça das pessoas com essas avarias de funcionamento psíquico.
USANDO CAMÕES DIGO: “ MISERA SORTE, ESTRANHA CONDIÇÃO.
27-01-2013
DINIS JESUS