DIÁRIO - 25/01/2013
Diário - A falta de vontade de escrever ou a vontade de maltratar alguem
Hoje porque alguem me maltrata sistemáticamente e me impede ha quinze dias de falar com a minha filha, tendo-a em parte incerta e impossibilitada de comunicar comigo, não tenho vontade de me debruçar sobre a atualidade nem sequer de escrever, faço-o para cumprir com uma obrigação que me impus.
Apenas me apetece insultar com o maior numero de adjetivos e que nunca chegarão para qualificar tão baixo ser. Mas como fazer mal e causar dano é possivel e tolerado neste país, se for feito com maldade. Não posso insultar diretamente, pois seria acusado de maus tratos e mais não sei o quê.
Pois bem uma pessoa mal intencionada e mal formada, pode apresentar queixa mentindo em tudo ou quase tudo e depois fugir com a filha e nada lhe acontece, já se disser-mos algo que melindre a desgraçada e horrivel criatura, cai-nos em cima a violenta espada da justiça, tirando-nos direitos e obrigando-nos a ficar calados.
Esta gente pode trair, fazer mal, roubar, ficar a dever, agredir, violentar psicologicamente, e outros dislates, que nada lhe acontece, pois se apresentar-mos queixa ainda se riem de nós nas instancias criadas para isso e age a justiça com uma lentidão que ainda nos tortura mais.
Basta ver os cartazes que apelam à apresentação de queixa de violencia domética, todos são apenas dirigidos às mulheres e fazendo delas as unicas vitimas desse tipo de violência.
Pois para nós temos claro que a violência a que nos sujeitam, durante anos consecutivos e o uso da possibilidade de nos atacar mentindo junto das autoridades, levam quase um homem ao desespero.
Podem ser putas, ser mal educadas, podem fazer abortos como metodo contracetivo, podem deixar os filhos com gente sem carater para poder andar a prostituir-se, podem fazer dividas e enganar terceiros, podem dar maus exemplos às filhas, podem viver de se encostar a quem lhes pague as contas e de gastar o que outros ganharam, podem difamar e acusar, podem maltratar e insultar,podem bater, arranhar e morder, podem enfim fazer o que lhes der na real gana, sujeitando os outros ao sofrimento por não ver os filhos, e nada mas nada lhe acontece.
Tudo para tentar justificar ao mundo a traição, isso e tão só isso. Ser puta e traidora, a bem da seriedade, devia ser assumido com tranquilidade e teria da nossa parte maior aceitação, a mesma que damos às profissionais da prostituição. Assim sem a assunção do que fazem ainda juntam ao facto a mentira e o encobrimento.
Depois admiram-se quando os desfechos são mais dificeis e imprevisiveis, pois não deviam se torturam por anos e cada dia mais.
É gente sem nivel, que nada pode transmitir de bom aos filhos, vê-se já nos que primeiro nasceram, roubam, dormem com quem lhe pode dar coisas, passeios, fins de semana em hoteis de luxo, telemóveis e outras bugigangas, faltam às aulas até chumbarem, falsificam documentos e são expulsos da escola, mentem sistemáticamente, não lhe valendo de nada as consultas de psiquiatria, podiam elencar-se outros defeitos que ocupariam muita pagina para aqui descrever. Tudo culpa da falta de educação que a mãe lhe transmitiu, ou tão só está a fazer o mesmo que viu fazer à mãe durante anos.
Haverá um dia em que o criador fará chegar a sua lei, esperemos que breve morra tal pessonha e a paz volte de novo à nossa cabeça. Morre tanta gente boa e não morrem estas horriveis e feias criaturas, será que Deus anda distraido? Cremos que não e a agonia chegará pela mão divina de forma a fazer sofrer no corpo o que fazem sofrer na mente de outras pessoas.
Deixo um soneto do Bocage que enquadra este tipo de gentalha que motiva este meu desabafo, troco apenas o nome que colocou no original, para lhe dar um ar mais próprio e adequado.
| Soneto de Todas as Putas por Bocage |
Não lamentes, oh Bela, o teu estado;
Puta tem sido muita gente boa;
Putíssimas fidalgas tem Lisboa,
Milhões de vezes putas têm reinado:
Dido foi puta, e puta dum soldado;
Cleópatra por puta alcança a c'roa;
Tu, Lucrécia, com toda a tua proa,
O teu cono não passa por honrado:[1]
Essa da Rússia imperatriz famosa,
Que inda há pouco morreu (diz a Gazeta)
Entre mil porras expirou vaidosa:
Todas no mundo dão a sua greta:
Não fiques, pois, oh Bela, duvidosa
Que isto de virgo e honra é tudo peta.
O SONETO PARA QUE A ENTRADA NO DIÁRIO TENHA ALGO BOM E NÃO SEJA APENAS UM DERRAMAR DE ADJETIVOS QUE EXPRIMEM ALGUMA RAIVA PELA APRESENTAÇÃO DE QUEIXA NA POLICIA POR UMA DEVASSA BANDIDA QUALQUER.
25-0-2013
DINIS JESUS