DIÁRIO - 19/01/2013
Diário – A vida de cada um, o egoísmo e a maldade dos outros.
Hoje falo apenas de mim e das minhas circunstâncias, para que alguns que nos julgam por aquilo que parecemos não pensem que sabem muito e podem julgar tudo e todos. Dando a este meu espaço o verdadeiro sentido de diário pessoal.
A vida traz-nos muitas surpresas, umas boas e outras do pior que pode existir. As pessoas com quem nos relacionamos ingenuamente, aquelas com quem compartilhámos as nossas coisas mais profundas, até as que dividiram a nossa vida, podem efetivamente ser muito diferentes daquilo que demonstram. Essa atitude tem um nome, falsidade.
Pode na nossa sociedade, montar-se um plano de destruição apoiado na justiça e nas modas judiciais, e levar à crucificação uma pessoa. Passo a explicar: Uma pessoa de mau carater, pode levar outra, mais ou menos emotiva, a passar por ser julgado e até condenado por uma coisa que de todo não é, criminoso.
Assim uma qualquer senhora, tem de ser mulher de outra forma não se enquadra na moda, que tenha um filho com um homem qualquer, pode a seu belo prazer cometer as mais demarcadas atrocidades, mentir, trair, maltratar ofendendo, não cumprir com as obrigações conjugais, denegrir a imagem perante terceiros, deixar os filhos entregues a estranhos, gastar dinheiro do casal estupidamente, contrair dividas e acusar os outros como responsáveis por não as poder pagar, alem de sistematicamente sujeitar a situações inusitadas e não discutidas. Tudo o que anteriormente foi enunciado com um único objetivo o de alcançar a aceitação de alguns, para a sua troca de parceiro.
Sim pode parecer dor de corno, mas de todo não é disso que se trata, sobretudo quando a pessoa em causa, não tem nem um só fator que lhe atribua interesse, ou melhor tem um, é a mãe de um filho ou filha nosso. Todos os outros atributos que poderiam dar interesse a uma mulher, na pessoa que dá razão a este texto, de todo não existem. Pois não defende a harmonia do lar, é pessoa que dormiu todos os que lhe fizeram parecer que poderia ganhar com isso ou que a entendiam como pessoa, ainda que a única coisa que quisessem era levá-la para a cama, não presta sexualmente pois é inibida e limitada alem de ter uma doença que lhe causa dor durante o coito, tem traumas enormes por ter sido violada na adolescência e não ter tido a ajuda da família para a socorrerem nessa altura, acusando a mãe de tal estigma até hoje, ter sido deixada ou não querida por todos com quantos se relacionou, sobretudo os pais das filhas.
Contribui também para a sua baixa auto estima o facto de na escola ser uma nulidade, pois nunca conseguiu alcançar um curso superior o que a faz sentir diminuída juntos das pessoas com quem quer relacionar-se. Pior que não ter um curso é que não saiba ler um texto se tiver mais que três frases e escrever algo que seja um pouco mais complexo que o seu nome não será feito sem erros sistemáticos de português além de não ter sentido.
Abalançou-se agora à tarefa de ter uma ou mais empresas suas, coisa engraçada para quem conhece bem a personagem, pois mal sabe somar dois com dois. Sempre que precisa de qualquer texto ou conta mais complexa executada tem de pedir ajuda, ela bem sabe que isto é verdade.
Vivem de enganar e ir mudando de amigos e contatos pessoais e profissionais, além de grandes expedientes que soam quase a vigarice. Juntando-lhe frases feitas e muitas mentiras.
Este texto tem como génese o facto de uma determinada pessoa, sem nenhuma razão para isso, mentindo e forjando acontecimentos ou ampliando maquiavelicamente outros, ter feito queixa na polícia e socorrendo-se do ministério publico e da APAV, estar a orquestrar uma campanha de desacreditação de uma pessoa que a única coisa que quer é o bem da sua filha, nas mais variadas componentes.
Concluo dizendo que a verdade prevalecerá, ainda que tarde e até pagando injustamente por aquilo que se não fez, um dia tudo se esclarecerá. Nem sou na situação um novato, infelizmente, pois é a segunda pessoa em quinze anos a tentar fazer o mesmo, com a situação que se conhece no primeiro caso.
TOMAR-SE-ÃO AS MEDIDAS QUE FOREM NECESSÁRIAS PARA QUE O CASO TERMINE RÁPIDAMENTE, SEMPRE CUMPRINDO E RESPEITANDO A LEI VIGENTE. AINDA QUE NEM SEMPRE POR ESSA MESMA LEI TRATADOS JUSTAMENTE.
NO FINAL A CERTEZA QUE A CAUSA PRINCIPAL DA QUESTÃO, A FILHA, SABERÀ PERCEBER A SITUAÇÃO QUANDO PARA ISSO TIVER O NECESSÁRIO ENTENDIMENTO, ATRIBUINDO A RESPONSABILIDADE DA SITUAÇÃO A QUEM EFETIVEMENTE A TEM. ESSA É A ÚNICA SENTENÇA QUE INTERESSA.
19-01-2013
DINIS JESUS