DIÁRIO - 08/02/2013

08-02-2013 23:56

Diário – Angola e suas contingências

Não sabemos se são verdade ou uma montagem, as imagens desta notícia, mas queremos acreditar que a SIC terá averiguado e não faria a emissão de uma peça não verificada.

https://sicnoticias.sapo.pt/mundo/2013/02/08/grupo-de-homens-filmou-agressao-demorada-e-violenta-a-duas-suspeitas-de-roubo-em-angola

Esta é uma atuação digna de gente ignóbil e rude, pior quando o valor do roubo seria, ao que se diz, trocos ou seja poucas centenas de Kwanzas.

Por estranho que pareça não nos surpreende nem causa estranheza, pois em tal país pode mandar-se dar uma tareia ou abater um cidadão por poucas centenas de dólares e a violência física é uma forma usual de “resolver” conflitos.

O respeito pela condição humana é baixíssimo em Angola, a tal não será alheia a guerra recente e a matança que essa situação provoca, a vida humana e o castigo são coisas pouco importantes para tais gentes. Melhor, a morte e respetivo óbito são mesmo momentos para grandes comezainas e bebedeiras, como tal um bom motivo para não trabalhar. Talvez venha daí a legitimação da pancadaria e morte frequentes.

Já assisti em Luanda a cenas de grande pancadaria entre cidadãos, já assisti a gente a levar pancada da polícia por andar a vender na rua, já assisti a gente presa por caluniosas acusações, já assisti a assaltos de rua por jovens que não têm que comer, já assisti a roubos para consumir droga e o roubo no local de trabalho é absolutamente comum, quase banal.

Tenho a certeza que entre aqueles justiceiros de ocasião, muitos deles já roubaram também em diversas ocasiões. É prática comum e quase admissível para a maioria dos cidadãos, desde que não sejam eles, cidadãos, a ser roubados.

São genericamente pouco cultos e mal formados a grande maioria dos urbanos de Angola, querem acesso a luxos e direitos, mas não querem os deveres para os alcançar. Trabalhar é mais difícil que roubar ou fazer o tal de “business”, termo comum e usual em Angola. Fazem “Business” pessoas das mais humildes às mais bem colocadas na sociedade angolana, a corrupção é generalizada desde o habitante do musseque ao mais alto funcionário do estado.

As pessoas angolanas, urbanas, pois confesso não conhecer as mais rurais, que admito serem menos ardilosas e bem mais pacatas e sérias que a restante população, são genericamente falsas, mentirosas, ardilosas, e muito pouco sérias, além de serem grandes racistas, mesmo entre negros, bastam ligeiras diferenças na pigmentação da derme. Gostam da oralidade e pouco da escrita e leitura, são pouco trabalhadoras, não sabem o sentido da palavra rigor, adoram o consumo e a festa além de que grande parte tem valores morais e de seriedade bastante questionáveis. Digo-o para todos, desde o analfabeto ex-combatente até ao doutor, ou pseudo-doutor, pois muitos ostentam o título mas não têm diploma, mesmo que este diploma seja angolano. Existem algumas (bastantes) honrosas exceções, com quem também já tivemos o privilégio de lidar e que são pessoas íntegras em qualquer parte do mundo.

Esta entrada no meu diário, confesso-a potenciada pela situação que vivo de momento e que é totalmente urdida por uma maléfica cidadã angolana, dessas que deixam que lhes chamem doutora, mas que mal sabe ler e escrever, contas de todo não sabe fazer. Sabe fazer algumas coisas bem, é verdade, por exemplo: mentir, trair, intrigar, passear, gastar, usar as pessoas para os seus interesses e mais coisas que não vamos agora enunciar, sob pena de não ter papel para escrever defeitos. Bom, alguma coisa sabe fazer bem, arrumar a casa, cozinhar, lavar o chão e a roupa, passar a ferro e mais algumas tarefas domésticas, devia pois resumir-se a tal ocupação. Educar e cuidar das filhas claramente não sabe, tal pode ver-se na atitude e comportamento da filha mais velha, que de todo não deixaremos serem a prática da mais nova.

Para finalizar, acuso os angolanos de serem os piores inimigos dos outros angolanos, como se pode ver nas imagens e pode também constatar-se no dia-a-dia de Luanda, na relação entre patrões e empregados ou entre clientes e funcionários, também nas repartições públicas, aí nos dois sentidos, umas vezes sofrem os funcionários com a má educação dos cidadãos outras vezes sofrem os cidadãos com a má formação dos funcionários. Escravizam-se uns aos outros.

ESPEREMOS QUE AS PROXIMAS GERAÇÕES DE ANGOLANOS SEJAM MELHORES QUE AS QUE HOJE EXISTEM, MAS TEMOS SÉRIAS DUVIDAS QUE ASSIM SEJA.

08-02-2013

DINIS JESUS